Que o Amor e a Paz possam reinar em nossos corações!

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

segunda-feira, 14 de junho de 2010

ENFRENTANDO AS ADVERSIDADES

Uma filha se queixou ao pai sobre a vida e sobre como as coisas estavam difíceis para ela. Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto, até ferver. Numa panela colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e os ovos e colocou numa tigela. Pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara. Virando-se para a filha, perguntou: Querida, o que você está vendo? Cenouras, ovos e café, ela respondeu. Ele trouxe a filha para mais perto e pediu para ela experimentar as cenouras, o ovo e o café. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias, os ovos mais duros por causa da fervura e o café tinha um aroma delicioso. Ela perguntou humildemente: O que isto significa, pai? Ele explicou que cada um deles tinha enfrentado a mesma adversidade: A água fervendo. Só que cada um reagiu de maneira diferente. A cenoura entrou na água forte, firme e inflexível.Mas depois da água fervendo, amoleceu e ficou frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, a parte de dentro ficou mais dura. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que foi colocado na água fervente, ele mudou a água. Qual deles é você? Ele perguntou à sua filha. Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café? Pois é... Quando a gente consegue enfrentar as adversidades e mudar a vida da gente e dos outros pra melhor, fica muito mais fácil e gostoso viver, né mesmo?

domingo, 10 de janeiro de 2010

EXEMPLO DE VIDA VIRA FILME (Postado em 10/01/2010)

FILME EVANGÉLICO FLOR DE LIS

FILME EVANGÉLICO FLOR DE LIS ESTRÉIA DIA 09 DE OUTUBRO
Enfim, um filme que retrata a vida de um evangélico e seu trabalho junto a sociedade. Acima de tudo um Cristão. No dia 9 de outubro, estréia nos cinemas de todo o país “Flordelis – Basta uma palavra para mudar”,

EX MORADOR DE RUA TOMA POSSE DE CARGO NO BANCO DO BRASIL

14/07/2008 - 10h51

Ex-morador de rua toma posse de cargo no Banco do Brasil nesta segunda

Juliana Doretto
Em São Paulo
Ao meio-dia desta segunda (14), Ubirajara Gomes da Silva, 27, assume o posto de escriturário do Banco do Brasil no Recife (PE) com o salário de R$ 954. Ele foi aprovado em concurso do Banco em 2007, em 136º lugar, entre 171 classificados.


SUPERAÇÃO
Arquivo pessoal
Ex-morador de rua, Ubirajara Gomes da Silva, 27, assume cargo de escriturário no Banco do Brasil hoje
O que chama a atenção na história de Silva é o fato de, até pouco tempo atrás, ele morar nas ruas da capital pernambucana. Depois de passar neste concurso público, o rapaz virou celebridade. Agora, tem até um telefone celular dado por um amigo, que também o abrigou em casa, para poder atender os pedidos de entrevista da imprensa. E, sem timidez, aparenta já estar se acostumando aos holofotes.


Ele parece preferir falar mais do presente que do passado. Conta, sempre com jeito calmo, que conheceu os pais, mas foi criado pela avó. As brigas que tinha com ela o fizeram sair de casa, aos 15, e passar a viver das ruas do Recife. Vivia de trocados que "o pessoal dava", usava banheiros públicos e, às vezes, vestia a roupa molhada, que tinha acabado de lavar, por falta de outra.


Na rua, agressões poderiam surgir de outro mendigo ou de "algum filhinho de papai, que podia tentar algo", mas, sem se estender, ele diz que não passou por nada sério. "Estou aqui, inteiro."


Açúcar e prova anterior para se preparar
A merenda foi um dos atrativos para voltar a estudar, na sexta série, aos 20 anos. Chegou até o fim do segundo grau, com supletivo, em 2006. Um amigo que conheceu em uma biblioteca pública, onde lia jornais com voracidade, sugeriu que ele fizesse concursos. E foram quatro, antes da seleção no Banco do Brasil.


Para enfrentar a rua e os estudos, Silva enganava a fome com açúcar: "De manhã, eu comia bolo-de-rolo com um copo de Coca. Durante o dia tomava muito café, com dez quilos de açúcar em cada xícara e, à noite, comia a merenda da escola".


Diz que nunca estudou muito: "Eu sou mesmo um camicase", em referência aos pilotos suicidas japoneses. Usava apenas algum material, que achava na Internet, acessada em locais públicos.


Na seleção do Lapefe (Laboratório Farmacêutico de Pernambuco), afirma que ficou na 176ª posição, das 150 vagas abertas, mas reclama que, se a entidade chamasse mais aprovados, ele já teria entrado, com as desistências. E aproveita a entrevista para fazer a mesma reclamação em relação à seleção da Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco), em nome dos amigos aprovados.


Para o concurso do BB, diz que sua única preparação foi imprimir uma prova anterior do banco, três dias antes do exame, e resolver as questões. E nada mais."Já tinha feito quatro concursos.Você faz muita prova e acaba tirando alguma coisa disso." A leitura habitual de jornais também ajudou, conta.


Faculdade
Como gosta muito de números, Silva pensa em fazer faculdade, "algo na área de ciências contábeis, economia, administração ou marketing". Mas não demonstra muita confiança na aprovação em uma faculdade pública federal. Ele já fez o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) duas vezes, para tentar o Prouni, mas conta que tem problemas com a redação.


"O aluno que vem de escola pública não tem condição de passar. Quem faz escola particular vai para a universidade pública. E quem faz escola pública vai para a universidade privada", diz. Mas diz que vai prestar o vestibular mesmo assim. Afinal, ele gosta de ser camicaze.

domingo, 20 de setembro de 2009

Não me recuso a fazer o pouco que posso


"Sou uma só, mas ainda assim sou uma! Não posso fazer tudo o que gostaria, mas posso fazer alguma coisa. E não podendo fazer tudo, não me recuso a fazer o pouco que posso!"











domingo, 30 de agosto de 2009

Fazendo algo surpreendente e bom



Muitos deixam de acreditar na vida quando passam por crises emocionais, sofrem perdas, atravessam dificuldades e desprezos. Mas, Beethoven, embora controlado por um forte sentimento de incapacidade, procurou superar-se. Procurou um sentido para a vida. Por incrível que pareça, a coragem e a sensibilidade dele o levaram a fazer o que ninguém jamais havia tentado fazer: compor músicas, apesar de surdo. Os amigos acharam loucura a atitude de Beethoven, fruto de quem está completamente derrotado e perturbado. "Beethoven deve estar delirando!", alguns pensavam. Parecia impossível. Um surdo desejar compor músicas é como um cego desejar pintar uma paisagem. Loucura! Todavia, aconteceu algo inimaginável. Com uma garra incansável, aprendeu a transformar seu caos num ambiente de refinada criatividade. Beethoven aprendeu a ouvir o inaudível. O mestre da música colocava os ouvidos sobre os solos e os objetos e ouvia as vibrações das notas que dedilhava ao piano. No começo, tudo parecia confuso, não distinguia as notas. Mas, à medida que treinou seus ouvidos, as vibrações começaram a estabelecer uma relação com as notas musicais arquivadas em sua mente, que, por sua vez, abriram os arquivos da sua memória, dirigindo, assim, sua inventividade. Desse modo, o inacreditável começou a acontecer. Com indescritível habilidade, Beethoven compôs belíssimas músicas, apesar da surdez. Foi nesse período que ele compôs uma das suas obras mais famosas: a 5ª Sinfonia. Quando os sonhos nos controlam, os surdos podem ouvir melodias, os cegos podem ver cores, os derrotados podem encontrar energia para continuar. Quando não havia solo para caminhar, Beethoven caminhou dentro de si mesmo, não desistiu da vida, ao contrário, exaltou-a. Os sonhos venceram. O mundo ganhou.

- Tirado do Livro "Filhos brilhantes, alunos fascinantes" de Augusto Cury